Mostrar mensagens com a etiqueta empresas de desinfestação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta empresas de desinfestação. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Formigas. No aproveitar é que está o ganho

Ao criarmos condições para usufruirmos plenamente de nossas casas, estamos também, involuntariamente, a criar condições para outras espécies lá se instalarem. Essas condições são: refúgio, alimentação, água, calor no inverno, fresco no verão, etc. Refúgio e esconderijos criamos automaticamente só pelo simples facto de construir uma casa, paredes, tectos falsos, socos, tubagem para a instalação eléctrica, etc. Alimento e água fornecemos juntamente com o que armazenamos para nosso consumo. Calor no inverno providenciamos para nós próprios ao aquecer o ambiente das nossas casas para nos protegermos do frio. Fresco no verão garantimos quando queremos evitar o calor em casa.
Tudo isto são condições que também satisfazem os nossos indesejáveis hóspedes (roedores, aracnídeos, insectos, etc). Todos esses seres pensam que, "se é bom para eles, humanos, então também é bom para nós". E tratam de se instalar, de armas e bagagens, nos nossos aposentos.
Uma dessas espécies é a formiga, que ancestralmente tira proveito das estruturas que construímos. Instalam-se nas cavidades ocas dos tijolos, nas fendas de paredes, e em qualquer cavidade que achem adequada para estabelecer a colónia. Usam os tubos de pvc por onde passam os fios eléctricos, como vias de comunicação para chegar a todas as divisões de uma casa. Também utilizam para o mesmo propósito os tubos por onde passa a canalização da água.
Recentemente, apareceu uma melhoria no aquecimento das casas, vivendas e apartamentos, que foi o chão radiante. Com esta alteração, o aquecimento passou não só a ser uniforme em toda a casa, como também passou a ser uniforme durante todo o inverno. Na práctica, veio a eliminar o período frio nas nossas casas. Por conseguinte, passou a ser sempre verão dentro de casa. É até melhor para as formigas que o próprio verão, pois a fonte de calor está no interior. Deixaram ter de se refugiar no formigueiro durante o inverno.
Ora, sabendo que o período de desenvolvimento das espécies é no verão, é fácil compreender que, nestas condições, as colónias aumentem exponencialmente, e se torna muito mais difícil fazer o controlo da praga.
As várias rainhas das várias colónias estão bem protegidas em locais inacessíveis quer para o cliente, quer para o técnico.
Numa situação destas a empresa de desinfestação tem que recorrer a todo o arsenal de insecticidas e a toda as informações de que dispõe sobre a praga em causa. É importante, também, comunicar ao cliente que os resultados não vão ser instantâneos. Vai haver momentos em que parece que a praga está a ser debelada, e vai haver outros momentos em que todo o trabalho feito parece ser em vão.
Seria bom poder inundar de insecticida todos os espaços, todas as frestas, todas as gretas, todas as cavidades onde as formigas se estabelecem, ou usam como vias de comunicação. Se fosse possível fazer isso os resultados seriam imediatos e duradouros. Há inúmeras razões pelas quais não se pode fazer isso. Se houver contacto com fontes de energia eléctrica, não se pode usar insecticida líquido, por motivos óbvios. Se a área a tratar tiver acabamentos nobres e melindrosos, ou outros bens sensíveis, não se pode usar líquido para não estragar. Se houver alimentos, não se pode usar insecticida líquido para não os contaminar.
O vídeo ilustra uma excepção à regra e mostra como não se deve agir no interior de uma habitação. Foi tratado um canteiro que ia ser remodelado, não havia fontes de energia eléctrica, nem acabamentos melindrosos, nem alimentos de espécie alguma. Não havia nenhuma limitação para a quantidade de substancia activa utilizada.


sábado, 4 de janeiro de 2014

Danos provocados pelos ratos

Os ratos têm a capacidade de danificar qualquer coisa. Literalmente qualquer coisa. Tanto danificam objectos valiosos como objectos sem valor. Podem danificar objectos com valor comercial ou sem valor comercial, com valor sentimental ou sem valor sentimental. Estragam bens para se alimentar, estragam bens para se abrigar, e estragam os bens onde defecam e urinam. E, o pior de tudo, é que danificam muito mais do que necessitam efectivamente. 
Quando se apoderam de produtos alimentares empacotados não inutilizam apenas a quantidade que efectivamente comem; destroem 10 vezes mais  quantidade. 
Por exemplo, se houver 10 pacotes de bolachas disponíveis, e eles não comerem mais do que 1 pacote, poderiam deixar os restantes pacotes intactos. Mas o que acontece é que, eles comem um pouco de cada pacote roendo os 10 pacotes. Certa vez, destruíram uma palete de ração para cães que se encontrava armazenada. De toda aquela quantidade eles não comeram nem 5 kg, e contaminaram 250 kg de mercadoria.
Se forem fazer ninho numa caixa que contenha, por exemplo, toalhas, destroem no mínimo 5 toalhas, dependendo da maneira que fizerem o túnel. Podem até destruir 50 toalhas, e afinal só necessitam da quantidade correspondente a 1 toalha. Numa ocasião, foram fazer ninho numa caixa de fatos de treino de marca, e furaram todos ao nível do ombro esquerdo. Destruíram os casacos e "pouparam" as calças. Mas já não se puderam vender. No entanto, usaram uma quantidade mínima de tecido.
Quando urinam ou defecam, fazem-no por todo o lado, não escolhendo um lugar específico para esse efeito. E assim contaminam uma superfície muito mais ampla. Houve um armazém onde estavam guardados móveis antigos e sofás de sala com grande valor sentimental para os donos, e os ratos conspurcaram, sujaram e contaminaram tudo com fezes e urina. Foram recuperados após uma onerosa restauração.
Certamente que, os ratos não actuam desta forma com o intuito expresso de causar prejuízo. Podemos considerar que não é dolo, mas sim negligência. Apenas lhes importa sobreviver. E a nós, empresas de desinfestação e clientes, compete-nos identificar a existência de uma praga de ratos antes que ocorram os prejuízos.

danificaram as rolhas, conspurcando a água, e não beberam toda


roeram o milho por dentro e não o comeram todo



perfuraram o garrafão das azeitonas, comeram uma ínfima parte delas e conspurcaram o resto

.