Rede de esgotos construída de raíz, ainda não há seis meses. Podemos comprovar que as baratas não precisam de muito tempo para povoar novos territórios.
Empresa de desinfestação. Controlo de pragas, desinfestação, pest-control em todo o Algarve. Tel 917212872. joseluiscs@iol.pt
quarta-feira, 15 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
Quadro eléctrico XII.
Quadro eléctrico XII.
A odisseia do quadro eléctrico não pára. Hoje sabemos que a cavidade por detrás deste quadro é enorme e tem muitas reentrâncias. Está controlada a situação; vão aparecendo baratas, vão comendo o gel, vão morrendo. Estão confinadas, não saem dali, nem acabam.
É possível exterminá-las por completo nesta casa, com outra abordagem. Apenas tem que ser planeado.
Entretanto, fica nova mensagem...
E este exemplar, já era...
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Elasticidade
Há um mito sobre capacidade dos ratos caberem em buracos e gretas estreitíssimos.
De facto, passam em lugares onde nós vemos claramente que "não cabem". O que acontece é que os roedores têm uma flexibilidade nas articulações de fazer inveja aos contorcionistas, que necessitam de muito treino para esticar e contorcer todo o corpo. Isso, nos ratos é natural e, claro, não necessitam de qualquer treino.
Por outro lado, o pelo dos ratos também nos cria uma ilusão de óptica. Dá a ideia que são um pouco maiores do que na realidade são.
sábado, 10 de janeiro de 2015
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Térmitas
Também lhes chamam formiga-branca.
Não são formigas, apenas são parecidas com estas no seu tamanho e organização. Distinguimo-las das formigas pela cor, pois as térmitas são claras e as formigas são pretas. As antenas das térmitas são direitas, ao passo que as das formigas são dobradas em cotovelo. Nas térmitas não se distinguem as várias partes do corpo: cabeça, tórax e abdómen não têm uma segmentação definida. Nas formigas essa segmantação é bem definida; distingue-se bem onde acaba a cabeça e começa o tórax, onde acaba o tórax e começa o abdómen.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Escaravelho das palmeiras. Casulos
Estes são os casulos do escaravelho rhynchophorus ferrugineus, mais conhecido como escaravelho das palmeiras.
Este terrível destruidor de palmeiras já dizimou milhares de exemplares no Algarve.
As fêmeas depositam os ovos nas palmeiras. As suas larvas alimentam-se do interior das árvores e fazem lá os casulos. Este processo corta a circulação da seiva causando a morte à palmeira.
Daqui extraí estes três exemplares. Por sorte estavam em etapas diferentes da metamorfose, como pode ver-se abaixo.
À esquerda, a larva. Ao centro, o insecto entre etapas. À direita, o insecto quase adulto.
E é assim que ele fica depois de completada a metamorfose:
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Quadro eléctrico X e XI
Hoje, o quadro eléctrico tinha este aspecto:
Já não há baratas nesste quadro eléctrico. Já ninguém se lembra de quando viu a última barata no estabelecimento. Nestes últimos 3 meses, a baratas comeram pouquíssimo gel e, deixaram estragar o remanescente.
Limpei o que sobrou e deixei nova mensagem.
Será o fim do filme?
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