Coitada da gaivota que, em tempos de crise, consegue abicar um peixe. Há logo quem o queira roubar...
As gaivotas também se tornam numa praga, assim como os pombos. Proliferam nas terras piscatórias. Quando os pescadores lavam os barcos e limpam as redes, é um fartar vilanagem. É muito melhor e mais frutuoso apanhar os fragmentos de peixes e moluscos que os pescadores deitam à água, do que ter de pescar um peixe fugidio. Não perdem uma refeição fácil. Por sorte não se afastam muito dos ancoradouros, ou haveria excrementos de gaivota por toda a cidade. Em contrapartida sujam tudo nas imediações dos barcos.
Empresa de desinfestação. Controlo de pragas, desinfestação, pest-control em todo o Algarve. Tel 917212872. joseluiscs@iol.pt
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Problemas de baratas em edificações
Um dos problemas que se coloca aos técnicos de controlo de pragas, é a proliferação de baratas no interior de estruturas tais como paredes, nichos, caixas de derivação de águas, alçapões, socos, etc. Estes lugares altamente protegidos no interior das estruturas são uma grande dor de cabeça para o operador e para o cliente. Faz-se o trabalho e aparecem algumas baratas mortas, e parece que a operação vai correr bem. No entanto, passam algumas semanas e continuam a aparecer baratas nas instalações. Repetem-se as inspecções, eventualmente identifica-se mais um ou outro ponto por onde podem as baratas passar e fazem-se novos tratamentos, mas o problema, embora com menos intensidade, persiste.
Quando isto acontece, significa que as baratas estão instaladas no interior da própria estrutura do edifício. Seja entre os tubos da canalização e as paredes, ou mesmo dentro dos tijolos. Consequentemente estão fora do alcance de qualquer exterminador, pois não se chega lá com insecticida líquido nem com gel insecticida. Neste caso só há uma hipótese de o exterminador ter sorte. Se for fácil para as baratas entrar e sair desses "ninhos", o gel insecticida resolve o problema. As baratas comem o gel, regressam ao "ninho", morrem lá e contaminam as restantes. Se não conseguem regressar ao ninho, não contaminam mais nenhuma barata e a eficácia do gel perde-se.
Escusado será dizer que, estas situações dão prejuízo a ambas as partes. O prestador do serviço tem prejuízo porque gastou mais meios do que estava orçamentado, e ficou mal visto, pois o cliente invoca sempre que, ou os produtos usados não prestam, ou o técnico não sabe trabalhar. O cliente tem prejuízo porque gastou dinheiro e não viu o seu problema resolvido. Houve casos em que só ficou esclarecido qual era o problema após derrubarem paredes por motivos de remodelação. Só assim foi possível descobrir as paredes recheadas de baratas e ootecas, e perceber que naquelas condições era impossível fazer melhor. Tal como dizia o exterminador.
Felizmente, estes casos são excepção e não regra.
Quando isto acontece, significa que as baratas estão instaladas no interior da própria estrutura do edifício. Seja entre os tubos da canalização e as paredes, ou mesmo dentro dos tijolos. Consequentemente estão fora do alcance de qualquer exterminador, pois não se chega lá com insecticida líquido nem com gel insecticida. Neste caso só há uma hipótese de o exterminador ter sorte. Se for fácil para as baratas entrar e sair desses "ninhos", o gel insecticida resolve o problema. As baratas comem o gel, regressam ao "ninho", morrem lá e contaminam as restantes. Se não conseguem regressar ao ninho, não contaminam mais nenhuma barata e a eficácia do gel perde-se.
Escusado será dizer que, estas situações dão prejuízo a ambas as partes. O prestador do serviço tem prejuízo porque gastou mais meios do que estava orçamentado, e ficou mal visto, pois o cliente invoca sempre que, ou os produtos usados não prestam, ou o técnico não sabe trabalhar. O cliente tem prejuízo porque gastou dinheiro e não viu o seu problema resolvido. Houve casos em que só ficou esclarecido qual era o problema após derrubarem paredes por motivos de remodelação. Só assim foi possível descobrir as paredes recheadas de baratas e ootecas, e perceber que naquelas condições era impossível fazer melhor. Tal como dizia o exterminador.
Felizmente, estes casos são excepção e não regra.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Armadilhas caseiras
Ainda em relação às vespas asiáticas. Faltava este publicar este vídeo. As fotos dão uma imagem do assunto, mas o vídeo dá uma visão em movimento. A vespa que está dentro da garrafa verde até parece dizer: "Tirem-me daqui! Tirem-me daqui!".
Dentro das garrafas foi colocada uma mistura de vinho, cerveja, fermento, etc. Foi cortado o gargalo, e agrafado à garrafa numa posição invertida. Os insectos entram pelo gargalo no centro e, quando querem sair tentam fazê-lo rente às paredes da garrafa, indo dar a um beco sem saída. Jamais encontram a saída no centro. Entretanto voam até à exaustão, e quando caem no líquido já não têm forcas para de lá sair. Assim se controla um pouco a população das vespas.
Dentro das garrafas foi colocada uma mistura de vinho, cerveja, fermento, etc. Foi cortado o gargalo, e agrafado à garrafa numa posição invertida. Os insectos entram pelo gargalo no centro e, quando querem sair tentam fazê-lo rente às paredes da garrafa, indo dar a um beco sem saída. Jamais encontram a saída no centro. Entretanto voam até à exaustão, e quando caem no líquido já não têm forcas para de lá sair. Assim se controla um pouco a população das vespas.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Baratas
Barata-alemã (blatella germanica). Notam-se uma gotículas de insecticida. Já não tinha grande esperança de vida... Mas ainda estava a fazer a limpeza das antenas, sem saber que ao mesmo tempo estava a ingerir insecticida.
Barata-alemã (blatella germanica), com a ooteca acoplada. Notam-se uma gotículas de insecticida. Já não tinha grande esperança de vida...
Uma caixa de visita de um esgoto. Bem povoada de baratas americanas (periplaneta americana) mas, ainda tinha espaço para mais.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Vespas asiáticas nas estações de anilhagem de aves
As vespas asiáticas estão a aumentar a sua população no Algarve. Já marcam presença em quase toda a Europa, e claro já estão também em Portugal.
As estações de anilhagem de aves funcionam, também, como barómetro desta problemática. Aqui são montadas redes para capturar as aves, para as medir, pesar, ver a sua morfologia, colocar uma anilha metálica numerada numa pata, etc. Depois de se efectuar a recolha destes dados, as aves são libertadas incólumes, na esperança de haver recapturas. Com as recapturas comparam-se dados e fica-se a conhecer mais sobre os hábitos migratórios das aves e mais uma série de informações.
Anteriormente nem se falava das vespas asiáticas no Algarve. Há três ou quatro anos não ficava uma única vespa presa nas várias redes de captura. Depois, o número de vespas presas aumentou para uma dezena em todas as redes. Este ano já ficaram presas dezenas de vespas em cada rede. Causam algum estrago às redes. No entanto, pior será o estrago eventualmente causado nas explorações apícolas.
Para impedir as vespas de ficarem presas nas redes, os anilhadores resolveram colocar armadilhas caseiras para esta espécie particular de vespas. Pode ver-se que só há vespas asiáticas nas armadilhas. As armadilhas são boas para ajudar a diminuir a população destas vespas mas, não eliminam o vespeiro pois não eliminam a rainha.
As estações de anilhagem de aves funcionam, também, como barómetro desta problemática. Aqui são montadas redes para capturar as aves, para as medir, pesar, ver a sua morfologia, colocar uma anilha metálica numerada numa pata, etc. Depois de se efectuar a recolha destes dados, as aves são libertadas incólumes, na esperança de haver recapturas. Com as recapturas comparam-se dados e fica-se a conhecer mais sobre os hábitos migratórios das aves e mais uma série de informações.
Anteriormente nem se falava das vespas asiáticas no Algarve. Há três ou quatro anos não ficava uma única vespa presa nas várias redes de captura. Depois, o número de vespas presas aumentou para uma dezena em todas as redes. Este ano já ficaram presas dezenas de vespas em cada rede. Causam algum estrago às redes. No entanto, pior será o estrago eventualmente causado nas explorações apícolas.
Para impedir as vespas de ficarem presas nas redes, os anilhadores resolveram colocar armadilhas caseiras para esta espécie particular de vespas. Pode ver-se que só há vespas asiáticas nas armadilhas. As armadilhas são boas para ajudar a diminuir a população destas vespas mas, não eliminam o vespeiro pois não eliminam a rainha.
sábado, 9 de novembro de 2013
Rato e cobra
Veja o vídeo em:
http://www.youtube.com/watch?v=oagnSLvmRb4&feature=youtu.be
Um dia fui a uma vivenda fazer uma inspecção de rotina. Entro no jardim, e vou pelo caminho ladeado de arbustos que leva até à casa. Ia a meio do percurso, quando oiço uns ruídos parecidos com unhas a arranhar arestas de madeira. Qual não é o meu espanto quando vejo um rato a perseguir uma cobra e a mordiscar-lhe a cauda (se é que se pode chamar cauda). Ainda pensei que se assustassem com a minha presença e fugissem cada um para seu lado. Mas, ignoraram-me por completo. Entretanto, tive o discernimento de sacar do telefone e filmar a cena. Filmei durante 5 minutos mas, posteriormente cortei a parte mais repetitiva e monótona e deixei ficar 1 minuto e 20 segundos mais interessantes. Gostava de ter tido nesse dia a máquina fotográfica comigo.
Não sei porque motivo o rato ia em perseguição da cobra, e nem sequer sei porque motivo não fugiu quando eu apareci. O mesmo se aplica à cobra, não fugiu e continuou a permitir o comportamento do rato. Os ratos e as cobras dificilmente ficam à mercê dos humanos.
Penso que o rato estava "hipnotizado" de alguma forma pela cobra. E esta estaria a atraí-lo algum lugar mais favorável.
Também pode dar-se o caso de o rato ser uma fêmea com crias nas proximidades e estar a afugentar a cobra.
Só sei o resultado final. Fui ao carro buscar um pé-de-cabra e matei-os aos dois. Inspeccionei todo o jardim e zonas circundantes, confirmei que não havia nem mais ratos nem mais cobras. Não quero nem ratos nem cobras em vivendas sob a minha "jurisdição".
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Uma pequena brincadeira
Hoje apeteceu-me brincar ao Zorro...
Desenhei a letra Z com o gel (é transparente), e as formigas colaboraram com a cor. Pena que foi com o telefone. Perde-se nitidez.
Desenhei a letra Z com o gel (é transparente), e as formigas colaboraram com a cor. Pena que foi com o telefone. Perde-se nitidez.
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